Dor...
É ela está sempre atrelada ao medo! Ao medo por não termos coragem, ao medo por não acreditarmos em superação, não acreditarmos na cura ou não acreditarmos em nós mesmos e ao que nos foi confiado...
Dor...
Que tal ao invés de olharmos o amanhecer preto e branco, nos colocando para enxergar o sol nascer em seu esplendor amarelo, mas se o sol não aparecer, olhar o branquinho das nuvens, mas se a nuvem for cinza, imaginar que por cima delas, como se estivéssemos num avião, há um sol brilhando e quando o vento aumentar elas se vão e o sol irá aparecer.
Mas se isso não for suficiente, que tal escutarmos o "silêncio" da manhã, mas se já não houver silêncio, que tal escutarmos o canto dos pássaros, mas se não houver pássaros, que tal colocar uma música com volume baixo, mas alegre...
E se isso não for suficiente, que tal ir à cozinha, saborear um sorvete. Tudo bem! Mas eu não gosto de sorvete! Que tal um bolo de chocolate, um bombom, um suco, uma maça, sentir o alimento em sua boca, perceber o sabor...
É! O Sabor da vida, pois a dor é momentânea, mesmo que pareça prolongada... Vai passar, mas se for pessoas que não podemos deixar elas, qual o remédio...
Amor, simplesmente amor...
Mas se eu dou amor sempre? E não curou!
É porque a dosagem ainda não terminou...
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