LIBERDADE DE OPINIÃO

O objetivo desse blog não é criticar negativamente as crenças e conceitos de outrem. É um exercício de reflexão com o mais puro sentimento de liberdade e de amor ao próximo. São textos de um mero estudante descobrindo o universo que vivenciamos.



quinta-feira, 7 de junho de 2012

LAPIS PHILOSOPHORUM

A pedra filosofal foi por muito tempo objeto de estudo dos alquimistas, eles tentavam descobrir o elixir da vida e aproximar o homem de Deus, transmutando algo do inferior para o superior, podendo transformar metais inferiores em ouro.

Na política no Brasil tem algumas coisas que me chama atenção, todavia, é mera reflexão. Trata-se da comissão que irá tratar da reforma política. Ela tem alguns temas polêmicos, tais como fidelidade partidária e político de ficha limpa, para discussão. A comissão parece está dividida em sua maioria de parlamentares de dois partidos, sendo um da oposição e outro da situação, porém, existem pelo menos 03 deles que estão sofrendo processos ou publicamente tem-se notícias que suas fichas não são nada limpas.

Mas porque fazer parte de uma comissão tão importante num processo democrático nacional? Fiquei pensando: “Não se devem colocar raposas para cuidar do galinheiro!” Seria uma pedra no sapato da transparência? Filosofando... Filosofando... Descobri que o objetivo é enriquecer o discurso, nada mais democrático. A troca de experiência entre os fichas limpas e os fichas sujas será saudável para política como um todo. O dono do galinheiro terá a segurança que as raposas não deixaram nenhum outro tipo de animal carnívoro atacar as galinhas...

Voltando aos Alquimistas, esses nos deixam uma grande indagação sobre políticos, como transformar cargos e discussões importantes em ouro? Historicamente o Brasil sempre viveu de notícias de caixa 2 em campanhas políticas, notas frias para verbas de gabinetes, assessores fantasmas etc. Ao longo do tempo algumas dessas maracutaias vem sendo combatidas.

Na capital do concreto como é conhecida Brasília, as mais diversas filosofias irão à tona, explicando como os recursos públicos para financiamento das campanhas políticas não ficaram vulneráveis nas mãos desses alquimistas políticos que o transformarão em ouro para seus próprios bolsos.

A grande questão é a conotação espiritual dessa prestação de contas, será apurada e julgada no juízo final ou pelos indicados por eles próprios...


Texto publicado no blog Além da Escrita em 04/03/2011.

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