LIBERDADE DE OPINIÃO

O objetivo desse blog não é criticar negativamente as crenças e conceitos de outrem. É um exercício de reflexão com o mais puro sentimento de liberdade e de amor ao próximo. São textos de um mero estudante descobrindo o universo que vivenciamos.



sexta-feira, 11 de março de 2011

UM DEUS EMOCIONAL?


Por que algumas religiões têm uma visão Antropomórfica de Deus? Mas o que significa Antropomorfismo? Sua formação vem de  Anthropos (homem) e Morphe (Forma), palavras de origem gregas. É uma forma de atribuir e interpretar formas humanas em Deus. Vale acrescentar que esse comportamento também é atribuído aos animais. Podemos ver isso na mitologia Grega e Egípcia, por exemplo.

Por que o temor a Deus? Quais seriam as principais características humanas encontradas no Deus Antropomórfico? Mas por que tem essas características? São questões que revelam o quanto o homem ainda não se descobriu.

Existem alguns ditos históricos tais como:
  • ·         O que está em cima é como o que está em baixo;
  • ·         O homem foi feito a semelhança de Deus;
  • ·         O homem é parte integrante da unicidade divina.

Olhando sobre esses três aspectos, é correto dizer que temos um Deus emocional? Que julga os homens conforme os seus sentimentos divinos! Foi a condição dos sábios da antiguidade para que os humanos tivessem condição de entender a existência de Deus?

Por vezes fico a pensar que alguns livros sagrados não foram devidamente interpretados e, ao longo da história religiosa, indevidamente alterados. Isso impactando representativamente na condução moral da essência religiosa.  

Observando o que compreendo sobre Deus, o vejo como o indefinível devido a sua amplitude universal, se bem que, no mais simples pensamento compreende como uma sutil energia universal que interagem o tempo todo conosco. Mas poderia ser ele emocional? Tomar atitudes meramente humanas?

Devemos ter temor ou respeito? Devemos nos guiar pelo medo do castigo ou pelo ato de amar ao próximo ou a vida?

Deixo essa reflexão:

Devemos levar o Deus de nossa compreensão em nosso coração com a mais profunda liberdade, porém, sem aspectos negativos, pois a dualidade do bem e do mal são aspectos meramente humanos, então implícitos nos campos vibracionais que nós, humanos, nos condicionamos, já que na plenitude divida não existe imperfeição. Isso porque o universo é infinitamente evolutivo a cada momento. Mas como entender Deus nessa condição se muitos de nós fomos criados dentro do conceito religioso antropomórfico?


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