LIBERDADE DE OPINIÃO

O objetivo desse blog não é criticar negativamente as crenças e conceitos de outrem. É um exercício de reflexão com o mais puro sentimento de liberdade e de amor ao próximo. São textos de um mero estudante descobrindo o universo que vivenciamos.



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

GEOGLIFOS

São figuras feitas no chão, normalmente são vistos apenas do alto devido suas grandes dimensões. Os desenhos são de figuras geométricas, animais ou formas humanas. São sistemas organizados, muitas vezes se estende por longas dimensões.

 Os registros arqueológicos mais conhecidos são os do deserto de Nazca no Peru, foram feitos diversos desenhos de grandes proporções.








 
No Brasil temos em algumas regiões como no Acre acredita-se que os povos eram nômades e fazer esses desenhos em floresta deveria ser muito complicado. Eles são datados do século 13. Pesquisadores quando olham a imensidão da floresta amazônica imaginam que deve ter mais escondido.


Esses desenhos aparecem, também, misteriosamente em lavouras, há registros de diversos casos, principalmente na Inglaterra, Austrália e Itália. Algumas pessoas acreditam que são feitos pela própria natureza e outros por seres extraterrestres. A verdade é que ninguém tem uma conclusão para o aparecimento deles.
 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

TRÊS PASSOS E UM SINAL

Texto direcionado

Quando atravessarmos um portal, cujas colunas entre outras acepções significam estabilidade, os três primeiros passos são importantes, pois eles devemos cadenciar a nossa respiração, estas devem ser profundas a cada passo.

Um sinal de corte separa a mente e o corpo, mostrando um caminho que devemos percorrer pelo silêncio da observação, justiça e glória e só perceberemos isso ao estudar mais na frente à cabala.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

UMA QUEDA?

Analisando dentro do meu nível de conhecimento, a queda, mas precisamente para aqueles que não conhecem a cabala, mas conhecem o tema através do catolicismo, como sendo o pecado original em que comeram a maça no jardim, estou falando precisamente de Adão e Eva, prisioneiros para quê?

Nós somos uma rosa que precisamos desabrochar no centro de uma cruz. Alguns dizem que estamos no meio de uma prisão e necessitamos nos libertar, para vida plena. Talvez isso não fique claro na estória de Jesus, o cristo, que conhecemos e sim na história que não é revelada.

Na verdade, nós não somos prisioneiros, somos seres ainda que não evoluímos, temos que evoluir e perceber o que está além dos nossos sentidos objetivos. Então me deparo com duas observações, se tudo é cíclico? O homem vem de um pingo poderoso ao se desintegrar vai para qual lugar?

COISAS DA MENTE

No dia 08.09 tive presente a um fórum de grau da Ordem Rosacruz, apresentado pelo Frater Paulo Roberto no Capítulo Boa Viagem (Jaboatão dos Guararapes – PE). Entre os assuntos tratados, tema de uma monografia da ordem, estavam algumas particularidades da mente, das quais falamos sobre a imaginação. Coincidência a parte, naquele mesmo dia recebi do Frater Reginaldo Leite um e-mail direcionado a mim pelo Frater, médico e Filósofo Mário Sales (SP), que fala exatamente sobre a mente e a evolução do conhecimento. Por sinal, para quem não sabe, Frater significa irmão. Então resolvi exercitar o tema, buscando em alguns autores informações importantes para compreensão mística...

Em seu texto o nosso Frater Mário expõe a evolução dos conceitos filosóficos, quanto ao surgimento do conhecimento, iniciando pela visão extremamente materialista de John Locke (1632-1704), inclusive com uma síntese “a matéria tem de ser o alimento da mente”, pois ele exaltava as sensações. Mas, como dizia Freud (1856-1939): “Nenhum analista vai mais longe do que seus próprios complexos e resistências internas lho permitem”. No caminho, então, apareceu o Bispo George Berkeley (1684-1753) que refletia sobre a formação do conhecimento como derivação das sensações, quando analisou sobre Locke, afirmou, então, que todo o conhecimento era meramente sensação ou de idéias derivada dela.

Partindo do livro As Chaves do Reino Interno de Jorge Adoum, Ed. Pensamento, o autor faz uma colocação: “O conhecedor não conhece as coisas em si... O conhecedor percebe, como se fossem objetos, as imagens refletidas”.

Tarthang Tulku em seu livro Gestos de Equilíbrio, Ed. Pensamento, acrescenta: “Quando a nossa percepção não é suficientemente desenvolvida, os nossos sentidos, muitas vezes, nem se quer registram as impressões recebidas – que se limitam a flutuar e a fugir como letras desenhadas na água móvel.”

Voltando ao livro de Jorge Adoum:

“Quando, algum dia, a consciência, que é conhecimento, identificar e desenvolver o poder de reproduzir em si mesma o externo e só veja o irreal na matéria, desprender-se-á da envoltura material para identificar-se com os seres. Esta é a união com a Unidade, onde a consciência se conhece a si mesma e aos demais unidos a ela; então, identificam-se o Conhecedor, o conhecido e o conhecimento”.

Partindo desse princípio, posso pensar que a mente é uma incógnita ainda a ser explorada, apesar do conhecimento adquirido ao longo das eras, cujos meios ainda estaremos discutindo no decorrer de outros textos, inclusive com o restante do ensaio do Frater Mário Sales, por sinal, estou utilizando um conceito exposto por ele, que é a linha de estudo do pensamento esférico.

Finalizando esse texto deixo a explanação de Helena Blavatsky sobre a mente:

““ mente” é o nome dado à totalidade dos estados de consciência compreendidos sob as denominações do Pensamento, Vontade e Sentimento. Durante o sono profundo, cessa o trabalho da ideação no plano físico e a memória é suspensa; em todo esse tempo, a “mente não existe”, uma vez que o órgão, por cujo intermédio o Ego manifesta a ideação e a memória no plano físico, cessou temporariamente de funcionar.”