LIBERDADE DE OPINIÃO

O objetivo desse blog não é criticar negativamente as crenças e conceitos de outrem. É um exercício de reflexão com o mais puro sentimento de liberdade e de amor ao próximo. São textos de um mero estudante descobrindo o universo que vivenciamos.



sábado, 4 de setembro de 2010

UM UNIVERSO CÍCLICO? Parte II

A folha de São Paulo (www.folha.com.br) na edição de 02.09.2010 traz uma pequena reportagem sobre o astrofísico britânico Stephen Hawking e a publicação do seu novo livro “The Grand Design”.
Segundo o físico, ele dispensa Deus na origem do universo. Segundo Hawking:

Dado que existe uma lei como a da gravidade, o universo pôde criar-se e se cria a partir do nada. A criação espontânea é a razão por que há algo em lugar do nada, de por que existe o universo e por que existimos. Não é necessário invocar a Deus para acender o pavio e colocar o universo em marcha”.

Acho importante dentro de uma lógica e de uma serenidade os estudos e as discussões sobre o tema, mas quem sou eu para desmentir um famoso físico. Dentro de minhas verdades e na minha simples vida imagino sobre outras coisas relacionadas ao assunto.

O que é o NADA? Numa resposta rudimentar é a ausência de algo. O que é o VÁCUO? É ausência de matéria. O que é o VAZIO? Numa resposta racional e matemática é um subconjunto de um conjunto. Então, me pergunto o nada existe? Se ele existe é parte de algo, não seria de uma consciência cósmica, a qual chamamos de DEUS?

Fernando Monteiro, 04 de setembro de 2010.

3 comentários:

  1. Então, Fernando, ouvindo Hawking, lembro-me de uma frase que diz "o papel aceita tudo". Como vc diz, "um famoso físico" pode sim dizer grandes bobagens. Não porque seja inculto, mas porque não tem elementos para dizer outra coisa. Um princípio da filosofia cartesiano diz que De Omnibus Dubitandum, ou seja, tudo pode ser questionado, até um físico eminente em sua época. Não quer dizer que o que ele diz seja correto sempre. Pensar e ver Deus não é o mesmo que senti-lo.Penso também como vc, não creio em um Deus pessoal, pois o que sinto é a presença de uma inteligência difusa, através de mim, dentro de mim e em todas as coisas, em suma, sou um panteísta convicto.Mas esta inteligência é real. Que Hawking não a sinta como eu, não tem a mínima importância. Ele continuará a ser um grande físico, mais nada. ehehehehehehe

    ResponderExcluir
  2. O conceito do "Nada" como ausência de algo, parece que estamos fundamentando toda a lógica da criação no termo "Nada". No entanto, esta concepção é muito limitada pois palavra AYN (em hebraico) no seu conceito original corresponde ao "Nada" como o "Deus escondido". Os sábios representam este "Nada" como um ponto no centro círculo, uma forma geométrica sem dimensão, que simplesmente representa o AYN ou NADA. Este ponto representava que todo o "SER" estava contido em um ponto singular, estado de total contração e , num instante que se seguiu à máxima contração, teve o início a expansão. Nesse caso, o "SER" passou a preencher o "NÃO-SER". Portanto, a Luz se fez nas trevas. Esta criação se fez pela Lei da Dualidade, em matéria e antimátéria, como como é descrito no manuscrito de Nodin, em que a força criadora é dual e binári9a. Os antigos chineses de Sages também já sabia , desde a sua compreensão do Yin e Yang,está o AYN, o NADA,ou NULO, como o chamavam, contendo a energia de dez mil sóis. Eles também sabiam que o Nirvana era um outro nome para o poder Divino que inclui tudo. No entanto, a palavra Deus também teve uma tradução indadequada, pois o nome Elohim corresponde a vários Deuses ou Deusas e não somente a um Deus monoteísta. No entanto, toda a manifestação quer seja visível ou invisível é um atributo do Ser que denominamos de "Deus" na forma singular embora que seja plural. Na essência do "Nada" tem "Tudo" e ao se dizer que tem tudo, também se inclui o "Vácuo" e o "Vazio". Ao se fazer uma breve introspecção, concluímos que o Ser é eterno e estava na matriz das trevas, se move na eternidade, se expande e dá forma na manifestação do Universo. Nesta conceitualização entendemos que o Ser (nome que se atribui a Elohim) é Uno e que de dentro para fora se transforma nesse Universo de forma periódica e ilimitada. No final de sua expansão se desintegra, gerando as trevas e voltando a ocupar o espaço antes ocupado pela luz e dando um novo ciclo pela eternidade afora.
    Os cientistas têm se esforçado para alcançar o princípio da criação de, teoricamente, reverter o processo de "expansão" de seu oposto, o que significa um processo de contração. Eles são capazes de chegar a casa de alguns bilionésimos de segundo depois do princípio da criação, mas eles não podem penetrar nesse primeiro princípio de alguns bilionésimos de segundo. Pois eles ainda não podem penetrar na vontade e o desejo da criação.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tudo provém do Nada.
      Logo, Nada é Deus!

      Excluir