LIBERDADE DE OPINIÃO

O objetivo desse blog não é criticar negativamente as crenças e conceitos de outrem. É um exercício de reflexão com o mais puro sentimento de liberdade e de amor ao próximo. São textos de um mero estudante descobrindo o universo que vivenciamos.



terça-feira, 28 de setembro de 2010

MAÇONARIA DE MINHA TERRA

Um texto simples para uma homenagem simples... Quando ainda naquela fase que deixava de ser criança para iniciar o caminho da juventude, sentava com meu amigo Tito e outros ao lado da casa dele, no batente da Loja Maçônica de Palmares, aquela que meu avô já fez parte...

Tantos nomes de maçons ilustres para o município, tais como Zé Paulino, Abel, Paulo da Veneza, Romero, Paulo Profeta, Domingos, Tonho da Farmácia, Ivanildo da Excelsior entre outros que eu não lembro agora, mas todos dentro de Ordem Fraternal que eu sempre achei a mais fechada que já pude ver. Não que isso seja ruim, mas que o trabalho em silêncio é aquele que rende mais. Que o Grande Arquiteto do Universo abençoe aqueles que hoje a perpetua. 

Saindo de minha terra natal para ir morar na capital Pernambucana, me deparei com um desejo desde criança de conhecer a maçonaria, assim era como eu dizia... Mas, no momento de nostalgia, hoje, precisamente hoje... Como uma criança alegre que acaba de ganhar um presente, descubro que a primeira Loja Maçônica de Pernambuco é a da minha terra natal...

Fernando Monteiro, 28 de setembro de 2010.

domingo, 26 de setembro de 2010

CRISTIANISMO ZEN

O livro de William Johnston chamado Cristianismo Zen, editado pela Editora Cultrix, foi quem me ajudou a fazer a transição de uma cultura católica para uma visão mais mística da vida. A sabedoria contida nele me permitiu perceber a vida de uma forma diferente.

Segue alguns pontos importantes que pude tirar de seus textos e entender um pouco o Zen:

  • ·         Controle da postura;
  • ·         Controle da respiração;
  • ·         A oração com a ausência de imagem;
  • ·         A renúncia, quando em meditação, dos maus como dos bons pensamentos, como uma forma de educar a mente;
  • ·         Importância de um retiro (Sesshin) para a prática do silêncio;
  • ·         Existência de um líder chamado Roshi Zen de tal forma importante quanto um pastor ou padre católico;
  • ·         Há sempre explanações de orientação espiritual denominada dokusan no Zen, privadas;
  • ·         Há sempre explanações públicas (Teishos); O Zen é um caminho que está presente em todas as religiões;
  • ·         Domínio da arte do diálogo, pois vivemos de relacionamentos;
  • ·         Percepção que Deus desaparece quando estamos unos com ele, pois não existe mais dualismo.

São tantos os conteúdos que podemos destacar do livro, inclusive as analogias que o autor faz em relação aos temas bíblicos. Mas por fim, termino com o Koan como sendo uma paradoxal interrogação que obtemos resposta através da meditação.

Fernando Monteiro, 26 de setembro de 2010.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

ADMIRÁVEL GADO NOVO

Analisando e interpretando um trecho da música Admirável Gado Novo composta por Zé Ramalho retrata bem doação que cada ser humano tem que fazer para cumprir a lei do carma, seja individual ou coletivo, durante essa vida no planeta terra.

“Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber...”

A massa representada pelo seres humanos, antes de nascerem já fazem parte e projetam seus futuros. Quando há o sopro do nascimento começa o caminhar... Começa a doação e aqueles que não percebem e não tem ações positivas, só poderão aprender com o sofrimento... Então, o homem colhe aquilo que semeia... É duro quando não queremos enxergar...

Já dizia Freud: “A grande maioria das pessoas só trabalha quando a necessidade a obriga a isso”.

Voltando a música:

“E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer...”

De volta com Freud: “Somos feito de carne, mas temos que viver como se fossemos de ferro.”

A coragem de ser humilde, fraterno e eterno, percebendo que as nossas ações fundamentais permitem a evolução do nosso ser, reduzindo essa “engrenagem” chamada Carma. 

Fernando Monteiro, 21 de setembro de 2010.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

UMA PASSAGEM PARA O MARTINISMO

Segue uma passagem do livro Quadro Natural - Das Relações Que Existem Entre Deus, o Homem e o Universo, Saint Martin que ele comenta sobre as obras divinas:

“Nada se opõe a que nos atenhamos a essa analogia entre Deus e o homem, uma vez que a reconhecemos nas obras de um e de outro: com efeito, se todas as obras, quer de Deus, quer do homem, são necessariamente precedidas de atos interiores e de faculdades invisíveis, cuja existência não podemos contestar, temos boas razões para crer que, seguindo a mesma lei em suas criações, elas têm a mesma meta e o mesmo objeto”.

Para aqueles que ainda não conhecem o Martinismo, a definição mais utilizada é uma forma de misticismo judaico-cristão. Sua origem remota ao século 18 quando ele era ensinado de forma oral por Martinés Pasqually (1727-1774) aos grupos de estudo, principalmente os francos-maçons. Seus grandes propagadores, entre outros, foi seu contemporâneo Louis-Claude de Saint Martin (1743-1803) e Gérard Encausse, também conhecido como Papus (1865-1916).

Saint Martin explora a relação do Homem para com Deus, propondo a sua reintegração interior, essa foi perdida pelas alterações sofridas pelo cristianismo aos longos dos séculos. Não podemos pensar em Deus nos separando dele. De fato, temos faculdades invisíveis que pouco exploramos e compreendemos, mas do “NADA” elas aparecem quando devidamente estimuladas.

Fernando Monteiro, 17 de setembro de 2010.

VERIFICAI SE O TEMPLO ESTÁ DEVIDAMENTE COBERTO

Para que possamos fazer nossas atividades com ordem e disciplina é necessário que o templo esteja devidamente coberto. Mas o que isso significa? Devemos ter as condições internas e externas de utilizarmos nossos instrumentos de trabalho. É propiciar que as energias mais puras estejam, simbolicamente ou não, permanentemente dentro do recinto.

Devemos livrar do recinto os que têm interesses nocivos, expulsar de dentro de nós as falsas concepções, assim como Jesus, o Cristo, fez com os mercadantes e dar um abraço fraterno na verdade.

Dado um conhecimento, esse não é só para nosso aprimoramento intelectual, é imprescindível a aplicabilidade no cotidiano. Quando dizemos que os temas ali tratados devem ficar apenas disponíveis entre os irmãos, é porque o trabalho em silêncio tem mais fluidez fraterna, pois encontra menos objeções, mais atitude altruísta e estimula autodesenvolvimento através da reflexão.

Nosso corpo físico é o nosso templo e também o templo da nossa personalidade-alma, então, cobrir o templo é termos consciência, também, da importância diária de cuidarmos da nossa saúde e da nossa proteção espiritual, dessa forma, exercícios físicos, alimentação adequada, meditação e orações diárias, permite um corpo e mente saudável para servir aos propósitos mais nobres no processo evolutivo da humanidade.

Fernando Monteiro, 17 de setembro de 2010.

domingo, 12 de setembro de 2010

DINASTIAS EGÍPCIAS

A explicação mais conhecida para o surgimento da cultura Egípcia são os nômades que ao se fixarem as margens do Rio Nilo formaram pequenos povoados que eram chamados de nomos, surgidos da união de diversos clãs de famílias, tornando-se principados, que eram regidos por nomarcas. Essas formações se deram pela necessidade de trabalho no cultivo as margens do rio, inclusive, construções, tais como canais e barragens para proteção contra as enchentes.

Podemos denominar DINASTIA como sendo uma série de sucessão de soberanos de uma mesma família ou pessoas aliadas, por diversas gerações, exercendo algum poder ou influência. O Egito foi regido por mais de 30 dinastias com diversos faraós longo de sua história.

O período pré-dinástico é compreendido entre os anos 5.000 e 3.100 antes de Cristo. Nele compreende o desenvolvimento de diversas culturas que antecederam ao grande império Egípcio, as quais tiveram o papel importante na sua formação ao longo do tempo.

Os intervalos das dinastias são classificados da seguinte maneira:

• Época tinita: I e II dinastia;
• Império antigo: da III a XI;
• Império médio: da XI a XVII;
• Império novo: da XVIII a XXV;
• Império baixo: da XXVI a XXXI

O Egito foi um berço de uma avançada cultura e de grande religiosidade que veremos em textos posteriores.

Fernando Monteiro, 12 de setembro de 2010.

LITURGIA CELULAR

O guardião do templo, o qual chamamos de Membrana Plasmática, regula a entrada e saída dos membros, as substâncias.

Adentrando o espaço interno compreendido como Citoplasma, os membros desempenham reações metabólicas vitais para unidade. Os oficiais, tais como RNA e Proteínas caminham através dos Retículos Endoplasmáticos, com a retidão de sua função para auxiliar o trabalho do mestre, o DNA.

As substâncias da célula quando chegam ao fim dos seus trabalhos já perpetuaram a existência e a expansão, finalizando seu ritual com voto de Paz Profunda.

Fernando Monteiro, 12 de setembro de 2010.

TEOLOGIA KARDECISTA - PEQUENAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Parte 3

Causa Primária

Partindo do princípio que nada acontece pelo acaso, o Espiritismo Kardecista atribui uma causa primária como sendo uma propriedade da matéria, ou seja, o poder supremo, inteligente, que determina a harmonia do universo. O que a natureza produz não é criação do homem e sim de uma inteligência superior a humanidade.

Segundo o Espiritismo Kardecista, o homem só poderá conhecer a inteligência suprema quando o espírito não estiver mais obscurecido pelas coisas materiais, em outras palavras, retorna a essência e a compreenderá. 

Isso configura mais um sentido Panteísta do Espiritismo. Na verdade, e a medida em que nos aprofundamos nos estudos, nos deparamos com uma forma de misticismo cristão.

Fernando Monteiro, 12 de setembro de 2010.

sábado, 11 de setembro de 2010

NGC300 - GALÁXIA SEMELHANTE À VIA LÁCTEA

Descoberta no século XIX a galáxia espiral NGC300 situada na constelação Escultor tem semelhança com a nossa via láctea. A descoberta foi feita pelo astrônomo escocês James Dunlop.
No dia 09 de setembro foi divulgada uma imagem pelo Observatório Europeu do Sul - ESO, apesar de está situado na Alemanha a imagem foi feita por um dos seus três centros de observação situados no Chile.

Nela consta o buraco negro mais distante e de maior massa encontrado até o momento. Você pode ver a mesma utilizando o software Google Earth, pesquisando-a pela nomeclatura da constelação Escultor e em seguida NGC300 ou simplesmente NGC300. Por ser uma das mais "próximas" e suficientemente brilhante pode ser vista de binóculos.


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

EDUCAR

Educar é amar... (Uma homenagem aos meus pais)

Lendo um livro chamado Educação Integrada Rosacruz, muito bom por sinal, editado pela AMORC em 1989, tem uma passagem que define educar de uma forma exemplar:

“Educar é alimentar de um modo construtivo o processo evolutivo natural e cósmico da personalidade. É levar o ser na medida de suas possibilidades a conscientizar a verdade que está no seu interior em razão da vivência do seu potencial.”

Cada ser humano tem o direito de ser educado dentro dos princípios da igualdade. A única diferenciação será a sua capacidade natural de percepção.

Dessa forma educamos nossos familiares, amigos e público em geral quando somos facilitadores do conhecimento, pois como diria J. P. Sartre é a “existência em si”, ou seja, ele existe e um pensamento puro o liberta...

Fernando Monteiro, 08 de setembro de 2010.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

TEOLOGIA KARDECISTA - PEQUENAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Parte 2

Provas da existência de Deus

O “Livro dos Espíritos” de Alan Kardec estimula a imaginação quando pensamos em Deus, pois comenta sobre ele como sendo uma coisa que não é conhecida, mas é infinito em perfeições e abstrações. Contextualizando sua existência ele informa que verificamos Deus através das obras que não são dos homens, partindo do princípio da causa e efeito, caso contrário é afirmar que o nada pode criar alguma coisa.

Pensando solitariamente sobre o NADA, algumas correntes que compõem o pensamento religioso o colocam como parte integrante de Deus. 

O livro relata o sentimento instintivo do ser humano sobre a existência de um ser superior. Expõe que se esse sentimento não é fruto da cultura (educação), assim poucos os teriam. De fato acreditar num ser superior é uma coisa nata, as crianças sentem isso logo ao nascer com a necessidade de proteção da Mãe e do Pai.

Por fim, o livro explica que dentro das propriedades íntimas da matéria encontra-se a causa primária.

Ao analisarmos com um pouco mais de calma, estando à causa primária dentro da matéria e partindo do princípio físico da teoria da relatividade de Albert Einstein onde a matéria é energia em estado condensado, então configura ai um sentido Panteísta do espiritismo Kardecista, já que sendo o mundo formado por matéria e energia, então, Deus estará em todos os lugares.

Fernando Monteiro, 06 de setembro de 2010.

domingo, 5 de setembro de 2010

A MAÇONARIA SIMBÓLICA - Parte I

Ao longo das eras o símbolo é utilizado para expressar sinteticamente um conceito, além de velar certos conhecimentos. Podem ser naturais ou artificiais, desde as culturas mais primitivas até a atual eles são utilizados, por exemplo, a cruz atrelada à religião cristã, bem como o logotipo de um marca de refrigerante.

A maçonaria no mundo tem seus símbolos próprios e esses são utilizados para repassar , aos iniciados da ordem, conceitos que ao longo da sua história foram sendo guardados e proporcionando que  o conhecimento adquirido permanecesse em sua essência. O modo como seu simbolismo pode aparecer é através de sinal, signo ou símbolo propriamente dito. O modo como ele é observado é de associação, correspondência ou sugestão, permitindo de forma complementar o desenvolvimento moral do ser humano.

Uma razão para utilização do simbolismo era perseguição sectária que ela sofria, sendo associada a conceitos diabólicos, isto completamente ao contrário de sua finalidade original. A maçonaria em sua essência sempre apoiou o desenvolvimento humano, a paz mundial e a liberdade. Todo seu trabalho verdadeiro sempre foi feito em silêncio, pois não é um só maçom que faz, são os maçons, porque são fraternos em entendimento. 

Pois bem, o silêncio faz parte do simbolismo maçônico, pois é através dele que escutamos o nosso mestre interior, ou seja, a voz de nosso coração.

Fernando Monteiro, 05 de setembro de 2010.

sábado, 4 de setembro de 2010

UM UNIVERSO CÍCLICO? Parte II

A folha de São Paulo (www.folha.com.br) na edição de 02.09.2010 traz uma pequena reportagem sobre o astrofísico britânico Stephen Hawking e a publicação do seu novo livro “The Grand Design”.
Segundo o físico, ele dispensa Deus na origem do universo. Segundo Hawking:

Dado que existe uma lei como a da gravidade, o universo pôde criar-se e se cria a partir do nada. A criação espontânea é a razão por que há algo em lugar do nada, de por que existe o universo e por que existimos. Não é necessário invocar a Deus para acender o pavio e colocar o universo em marcha”.

Acho importante dentro de uma lógica e de uma serenidade os estudos e as discussões sobre o tema, mas quem sou eu para desmentir um famoso físico. Dentro de minhas verdades e na minha simples vida imagino sobre outras coisas relacionadas ao assunto.

O que é o NADA? Numa resposta rudimentar é a ausência de algo. O que é o VÁCUO? É ausência de matéria. O que é o VAZIO? Numa resposta racional e matemática é um subconjunto de um conjunto. Então, me pergunto o nada existe? Se ele existe é parte de algo, não seria de uma consciência cósmica, a qual chamamos de DEUS?

Fernando Monteiro, 04 de setembro de 2010.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

UM UNIVERSO CÍCLICO?


Um universo cíclico dentro de uma natureza eterna. Permite uma acepção de um plano cósmico dentro de outro, coisa não comum, do ponto de vista dos postulados científicos, já que os focos de estudos são as realidades presentes.

A eternidade cósmica é posta em xeque quando algumas teorias sobre a origem do universo é posta em discussão. Um movimento de contração chamado BIG CRUNCH é seguido do movimento de expansão BIG BANG, gerando uma renovação. Concebendo que há um tempo infinito que semeia a vida no universo, como pode existir movimento de contração e expansão?

Ler os livros de Helena Petrovna Bravatsky não é e não será fácil, é um exercício de raciocínio constante e de tremenda concentração. O prazer é o resultado de conhecer conceitos de seus estudos da cosmogênese entre outros. Em seu livro Doutrina Secreta - Volume I ela ressalta a unidade divina, cujo pensamento adormecido (Pralaya) se manifesta (Manvantáricas) regularmente, nela estão todas as respostas para a origem do universo e existência e/ou criação de Deuses. Podemos observar a ciclicidade da manifestação no e do universo.

• Plalaya = Inatividade – Estado do vazio ou nada;
• Manvantara = Atividade – Estado de expansão ou criação;

Com racionalidade espiritual, sem existencialismo de Jean Paul Sartre, a questão de existir ou não existir, me remete uma reflexão sobre uma possibilidade da existência de mais um universo. Lembrando um batimento cardíaco cuja freqüência existe uma faixa adequada para sobrevivência, o microcosmo vive, então, nossa consciência, mesmo após nossa morte, será eterna.

Meras reflexões...

Fernando Monteiro – 02 de setembro de 2010.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

TEOLOGIA KARDECISTA - PEQUENAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Fazendo um breve estudo sobre o capítulo 1 do “Livro dos Espíritos” de autoria do Allan Kardec, sintetizo minhas observações nas linhas abaixo.

Deus é o principio de tudo, a inteligência suprema, infinita, porém, todas as definições são insuficientes para definir sua amplitude. A origem de Deus não é fruto da cultura humana, a prova de sua existência é o esplendor de suas obras universais.

Apesar de não opinar sobre a origem de Deus, o “Livro dos Espíritos” fundamenta uma característica importante dentro do conceito espírita – Imutabilidade. A imutabilidade é a crença que Deus não muda em sua essência. Se fizermos uma analogia com a eternidade ele sempre é, ou seja, é uma constante.

No “Livro dos Espíritos” o Deus é abolido da característica Panteísta. Existe uma separação conceitual em que Deus é o executor das obras, mas não as obras em si. Assemelha-se da cultura cristã, explicando, em parte, a necessidade do livro “Evangélio Segundo o Espiritismo”.

Num conceito religioso, no processo de re-ligar a origem divina, a importância das obras do espiritismo Kardecista é proporcionar, através da doutrina, ao buscador satisfazer sua necessidade nata de religar com o Deus de sua compreensão, através do auto-desenvolvimento e percepção da “além vida”.

Fernando Monteiro, 01 de setembro de 2010.